Vacinar cães e gatos: 3 dias por semana em Limeira. Vacina gratuita atende animais saudáveis a partir de três meses e não exige agendamento.
Para vacinar cães e gatos contra a raiva em Limeira, leve animais saudáveis, com pelo menos três meses, à Divisão de Vigilância de Zoonoses. O atendimento é gratuito, dispensa agendamento e ocorre às terças, quartas e quintas, das 8h às 15h30, na Rua Professor Sólon Borges dos Reis, 251.
Manter a vacinação antirrábica em dia é uma decisão simples que protege o animal, o tutor e toda a comunidade. Em Limeira, o serviço permanente facilita o acesso de quem precisa vacinar cães e gatos sem depender de uma campanha realizada apenas em uma data específica.
O atendimento ocorre durante três dias por semana e não exige marcação antecipada. Entretanto, o responsável precisa observar a idade e as condições de saúde do pet antes de sair de casa.
A prevenção continua necessária mesmo com a redução da raiva urbana no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, a cobertura nacional das campanhas antirrábicas chegou a 78% em 2025, índice próximo da meta historicamente adotada de 80%. Os dados foram atualizados em junho de 2026.
A raiva apresenta letalidade próxima de 100% depois do surgimento dos sintomas. Por isso, saber onde vacinar cães e gatos em Limeira não é apenas uma informação veterinária: é uma medida de saúde pública.
Onde vacinar cães e gatos gratuitamente em Limeira
A vacina está disponível durante todo o ano no posto permanente da Divisão de Vigilância de Zoonoses. Segundo o serviço oficial de vacinação antirrábica da Prefeitura de Limeira, cães e gatos saudáveis podem receber a imunização a partir dos três meses.
Confira as informações:
- Local: Divisão de Vigilância de Zoonoses;
- Endereço: Rua Professor Sólon Borges dos Reis, 251;
- Bairro: Jardim Campos Elíseos;
- Dias: terças, quartas e quintas-feiras;
- Horário: das 8h às 15h30;
- Valor: gratuito;
- Agendamento: não é necessário;
- Telefones: (19) 3441-3548 e (19) 3451-3546.
O atendimento permanente evita que o tutor precise esperar um “Dia D”. Assim, quem precisa vacinar cães e gatos pode escolher um dos três dias de funcionamento semanal.
Resposta rápida: a vacinação antirrábica em Limeira é gratuita, realizada sem agendamento e destinada a cães e gatos saudáveis com três meses ou mais.
Quais animais podem receber a vacina
A orientação municipal é objetiva: devem ser levados apenas cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade.
Antes de vacinar cães e gatos, observe se o animal está se alimentando normalmente, mantendo o comportamento habitual e sem sinais aparentes de doença.
Animais com vômito, diarreia, febre, apatia, alterações de comportamento, em tratamento ou em recuperação de cirurgia precisam ter sua condição avaliada antes da aplicação. A vacinação deve ocorrer quando o pet estiver em condições adequadas para receber o imunizante.
A dose contra a raiva precisa ser renovada periodicamente. O Ministério da Saúde afirma que a vacinação anual de cães e gatos é eficaz para prevenir a doença nos animais e, consequentemente, reduzir o risco para seres humanos.
Mesmo um pet que vive dentro de casa pode entrar em contato com morcegos, especialmente em quintais, varandas, telhados, áreas de serviço ou durante fugas. Portanto, o fato de o animal não passear frequentemente não elimina a necessidade de vacinar cães e gatos.
Como transportar cães e gatos com segurança
O cuidado começa antes de chegar ao posto. Levar o pet solto ou apenas no colo pode provocar fugas, brigas e acidentes durante a espera.
| Animal | Transporte recomendado | Cuidado adicional |
|---|---|---|
| Cães | Coleira resistente e guia curta | Animais agressivos ou que tentam morder devem usar focinheira |
| Gatos | Caixa de transporte apropriada e bem fechada | Não levar o gato solto, enrolado apenas em cobertor ou nos braços |
A pessoa responsável deve ter força suficiente para controlar o animal. Se o cão for grande, agitado ou reativo, vale contar com outro adulto durante o deslocamento.
Antes de sair para vacinar cães e gatos, faça este checklist:
- Confirme se o animal tem três meses ou mais.
- Verifique se ele está saudável e com comportamento normal.
- Separe a carteira de vacinação, caso esteja disponível.
- Coloque o cão na coleira e na guia.
- Use focinheira quando houver risco de mordida.
- Transporte o gato dentro de uma caixa segura.
- Evite deixar o animal solto no carro ou na calçada.
Esses cuidados reduzem o estresse e ajudam a equipe a realizar a vacinação com maior segurança.
Por que ainda é necessário vacinar cães e gatos
O Brasil conseguiu reduzir expressivamente a circulação das variantes clássicas da raiva canina graças às campanhas de vacinação, ao controle de focos e à vigilância epidemiológica.
Segundo os dados de raiva animal do Ministério da Saúde, o número de casos em cães caiu de 635 em 2002 para 13 em 2025. Até junho de 2026, haviam sido registrados seis casos envolvendo variantes associadas a animais silvestres.
Isso não significa que a doença desapareceu. Pelo contrário: mostra que a vacinação funciona e precisa ser mantida.
Entre 2015 e 2026, o país registrou 270 casos de raiva em cães e gatos. Desse total, 205 confirmações ocorreram em cães domésticos. Também foram identificadas variantes relacionadas a canídeos silvestres e morcegos.
Os gatos merecem atenção especial por causa do comportamento de caça. Um felino pode capturar um morcego caído, levá-lo para dentro de casa e criar uma ponte entre o ciclo silvestre do vírus e o ambiente doméstico.
Em poucas palavras: é necessário vacinar cães e gatos todos os anos porque o vírus da raiva continua circulando em animais silvestres, principalmente morcegos.
Morcegos mantêm o risco dentro das cidades
No Estado de São Paulo, os casos provocados pela variante canina estão controlados há décadas. Porém, variantes transmitidas por morcegos continuam circulando.
O Instituto Pasteur de São Paulo alerta que cães e gatos podem se infectar após o contato com morcegos contaminados.
Um morcego encontrado durante o dia, caído no chão, incapaz de voar ou apresentando comportamento estranho nunca deve ser tocado. Também não se deve permitir que o cão ou gato cheire, morda ou brinque com o animal.
Ao encontrar um morcego em situação incomum:
- Afaste crianças e animais domésticos.
- Não toque no morcego, mesmo usando luvas.
- Se possível, isole o ambiente sem se aproximar.
- Acione o serviço municipal de zoonoses.
- Informe imediatamente se houve contato com pessoas ou animais.
Essa atenção é indispensável mesmo depois de vacinar cães e gatos, pois a vacina reduz o risco de desenvolvimento da doença, mas o contato suspeito ainda precisa ser comunicado e investigado.

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O que fazer depois de mordida ou arranhão
A raiva pode ser transmitida pela saliva de um animal infectado, principalmente por mordidas, mas também por arranhões ou lambedura em pele ferida e mucosas.
Segundo as orientações do Ministério da Saúde sobre a raiva, o ferimento deve ser lavado imediatamente com bastante água e sabão. Depois disso, a pessoa precisa procurar atendimento de saúde o mais rápido possível.
Não espere o aparecimento de sintomas. A profilaxia pós-exposição é definida por médico ou enfermeiro de acordo com o tipo de ferimento, o animal envolvido e as circunstâncias do contato.
Quando a agressão envolve um cão ou gato conhecido, o animal pode precisar ser observado durante dez dias. Caso ele adoeça, desapareça ou morra nesse período, o serviço de saúde deve ser avisado imediatamente.
Ter recebido a vacina em algum momento da vida não permite ignorar o acidente. A carteira de vacinação do animal ajuda na investigação, mas não substitui a avaliação do caso.
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Vacinar cães e gatos protege toda a cidade
O posto permanente de Limeira elimina duas barreiras comuns: o custo e a necessidade de agendamento. O tutor pode escolher entre terça, quarta ou quinta-feira e receber o atendimento das 8h às 15h30.
Para aproveitar o serviço, basta levar o pet saudável, com pelo menos três meses, usando contenção adequada. Cães devem estar com guia e coleira; gatos precisam permanecer em caixas de transporte bem fechadas.
Ao vacinar cães e gatos, o responsável protege o próprio animal e ajuda a impedir que variantes silvestres do vírus alcancem pessoas e outros pets.
Se você conhece tutores de Limeira, compartilhe estas informações. Uma mensagem enviada no momento certo pode evitar que mais um animal permaneça desprotegido.
Aviso Importante
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta a um médico-veterinário. Cada animal é único e requer avaliação profissional individualizada.
Seu pet já recebeu a vacina deste ano? Compartilhe esta matéria com outros tutores de Limeira e ajude essa informação a chegar a quem precisa.
Fontes:
- Prefeitura de Limeira
- Ministério da Saúde
- Instituto Pasteur de São Paulo
- Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Da Redação.
Perguntas frequentes
A vacina antirrábica é gratuita em Limeira?
Sim. A Prefeitura de Limeira oferece a vacina gratuitamente na Divisão de Vigilância de Zoonoses, às terças, quartas e quintas-feiras, das 8h às 15h30.
Precisa agendar para vacinar cães e gatos?
Não. O atendimento para vacinar cães e gatos é realizado sem agendamento. O tutor pode comparecer em um dos dias e horários de funcionamento do posto.
Qual é a idade mínima para receber a vacina?
Cães e gatos saudáveis podem ser vacinados a partir dos três meses de idade. Animais mais novos ainda não atendem ao critério divulgado pelo serviço municipal.
Posso levar um animal doente para receber a vacina?
A orientação é vacinar apenas animais saudáveis. Se o pet estiver doente, em tratamento ou em recuperação, sua condição precisa ser avaliada antes da aplicação.
Como levar o gato para a vacinação?
O gato deve ser transportado dentro de uma caixa apropriada e bem fechada. Levá-lo solto ou apenas no colo aumenta o risco de fuga e acidentes.
Cães agressivos podem ser vacinados?
Podem, desde que estejam saudáveis e sejam conduzidos com segurança. Cães agressivos ou com histórico de mordida devem usar coleira, guia resistente e focinheira apropriada.
É preciso vacinar cães e gatos que não saem de casa?
Sim. Animais domiciliados também podem entrar em contato com morcegos ou escapar para áreas externas. A vacinação anual continua sendo uma das principais medidas preventivas.
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