Gerp aponta 53% a 47% nos votos válidos, mas outros institutos mostram uma disputa mais apertada.
A pesquisa Gerp divulgada em 21 de outubro de 2026 aponta Flávio Bolsonaro com 53% dos votos válidos contra 47% de Lula, uma vantagem de 6 pontos percentuais no segundo turno presidencial. O levantamento ouviu 2.400 eleitores, tem margem de erro de 2 pontos e está registrado no TSE.
Pesquisa Gerp aponta vantagem de Flávio na reta final
A quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, marcado para domingo, 25 de outubro, uma nova pesquisa eleitoral trouxe números que chamaram a atenção do cenário político nacional.
O levantamento da Gerp Mercadologia coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL) seis pontos percentuais à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na contagem de votos válidos.
A diferença é relevante porque supera o limite de empate estatístico utilizado pelo instituto para comparar os dois candidatos. Entretanto, a fotografia apresentada pela Gerp não é reproduzida com a mesma intensidade por todas as pesquisas publicadas nesta quarta-feira.
Segundo o Poder360, o instituto considera a vantagem estatisticamente significativa. Os dados foram coletados entre os dias 19 e 21 de outubro.
Ao mesmo tempo, a Quaest divulgou números indicando apenas um ponto percentual de diferença entre os candidatos nos votos totais, configurando empate técnico.
Essa divergência coloca uma questão no centro do debate: a vantagem apresentada pela Gerp representa uma liderança consistente ou um cenário mais favorável a Flávio do que aquele captado por outros institutos?
A resposta exige examinar metodologia, votos válidos, histórico dos levantamentos e comportamento do eleitorado.
Os números da Gerp: 6 pontos de vantagem

Votos totais, válidos e pesquisa espontânea
A pesquisa não se limitou ao cenário de votos válidos. Também investigou as intenções de voto com apresentação dos candidatos e sem estímulo dos nomes.
| Modalidade | Flávio | Lula |
|---|---|---|
| Votos válidos | 53% | 47% |
| Votos totais | 50% | 45% |
| Espontânea | 48% | 43% |
No cenário de votos totais, 2% responderam que não escolheriam nenhum dos candidatos e outros 2% disseram não saber. A soma dos percentuais divulgados não alcança exatamente 100%, o que pode decorrer de arredondamentos.
Na pesquisa espontânea, 1% citou outros nomes e 8% não souberam responder.
Os dados, divulgados pela Gazeta do Povo, mostram Flávio numericamente à frente nas três modalidades pesquisadas.
Como a pesquisa foi realizada?
A Gerp apresentou os seguintes parâmetros metodológicos:
| Critério | Informação |
|---|---|
| Instituto | Gerp Mercadologia |
| Entrevistados | 2.400 eleitores |
| Período | 19 a 21 de outubro de 2026 |
| Margem de erro | 2 pontos percentuais |
| Nível de confiança | 95,55% |
| Contratante | Próprio instituto |
| Registro no TSE | BR-03835/2026 |
A divulgação desses parâmetros permite compreender melhor o alcance da pesquisa e diferenciá-la de levantamentos informais realizados por redes sociais.
Os números se referem a uma amostra do eleitorado brasileiro, e não à totalidade das pessoas habilitadas a votar.
Por isso, a margem de erro e o nível de confiança precisam acompanhar qualquer interpretação jornalística dos resultados.
Gerp acertou no primeiro turno de 2026?
Um dos argumentos que ganharam destaque na repercussão da nova pesquisa foi a proximidade entre os números da Gerp e o resultado efetivo do primeiro turno.
Na última pesquisa anterior à votação de 4 de outubro, divulgada em 3 de outubro, o instituto apontava Flávio Bolsonaro com 46% dos votos válidos e Lula com 44%.
Quando as urnas foram apuradas, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula obteve 45,16%.
Veja a comparação:
| Candidato | Gerp antes da eleição | Resultado nas urnas |
|---|---|---|
| Flávio Bolsonaro | 46% | 47,03% |
| Lula | 44% | 45,16% |
A diferença entre a pesquisa e a votação foi de 1,03 ponto percentual para Flávio e de 1,16 ponto para Lula.
Esses resultados mostram que o levantamento anterior esteve próximo dos percentuais efetivamente registrados. Os números foram documentados pela Gazeta do Povo na cobertura do levantamento mais recente.
Acerto anterior garante acerto no segundo turno?
Não. Um instituto que apresentou resultados próximos aos das urnas em uma eleição não adquire precisão garantida para pesquisas seguintes.
O segundo turno apresenta características diferentes do primeiro. Existe um número menor de candidatos, há transferência de votos de eleitores de candidaturas eliminadas e a campanha passa a concentrar recursos na disputa direta.
Além disso, a população pesquisada pode apresentar alterações na intenção de voto entre uma rodada e outra.
O desempenho anterior da Gerp é uma informação pertinente para avaliar seu histórico, mas não pode ser convertido em prova de que sua nova estimativa será confirmada.
A proximidade com os resultados das urnas também não significa que o instituto tenha sido necessariamente o mais preciso em todos os indicadores ou regiões.
Para estabelecer esse tipo de classificação, seria necessário comparar pesquisas equivalentes de diferentes institutos, considerando as datas de coleta, métodos de entrevista e formas de cálculo.
Pesquisa Gerp e Quaest: por que os resultados são diferentes?
A divulgação simultânea de pesquisas com resultados distintos não significa, por si só, que uma delas esteja errada.
Em 21 de outubro, a Quaest mostrou Flávio Bolsonaro com 45% das intenções de voto e Lula com 44% na pesquisa estimulada de votos totais.
A diferença de apenas um ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos.
No cálculo dos votos válidos, os números divulgados ficaram próximos de 50,56% para Flávio e 49,44% para Lula.
Enquanto a Gerp projeta uma diferença de seis pontos percentuais entre os dois candidatos nos votos válidos, a Quaest apresenta uma vantagem numérica bastante inferior.
A pesquisa Quaest ouviu 2.154 eleitores entre 17 e 20 de outubro, com nível de confiança de 95%, e foi encomendada pelo jornal O Globo e pela TV Globo.
Comparação dos levantamentos mais recentes
| Instituto | Flávio — votos válidos | Lula — votos válidos | Diferença |
|---|---|---|---|
| Gerp | 53% | 47% | 6 p.p. |
| Quaest | 50,56% | 49,44% | 1,12 p.p. |
| Meio/Ideia | 51,1% | 48,9% | 2,2 p.p. |
| BTG/Nexus | 50,3% | 49,7% | 0,6 p.p. |
| Datafolha | 51% | 49% | 2 p.p. |
Pesquisas com datas de divulgação entre 15 e 21 de outubro de 2026. Os levantamentos utilizam amostras, metodologias e períodos de campo distintos.
Diferença de Flávio para Lula nos votos válidos
Pontos percentuais em cada instituto; não representa média de pesquisas.

O conjunto dos levantamentos evidencia um fato: Flávio apresenta vantagem numérica nos cenários examinados, mas a extensão dessa diferença varia consideravelmente.
A Gerp é a pesquisa que apresenta a maior distância entre os candidatos dentre as cinco comparadas.
Isso não invalida seu resultado. Mostra, porém, que a leitura do cenário eleitoral não deve depender de uma única pesquisa.
Por que pesquisas realizadas na mesma semana divergem?
Institutos podem utilizar entrevistas presenciais, telefônicas ou pela internet. Cada modalidade apresenta desafios específicos para alcançar diferentes grupos da população.
Também existem diferenças na seleção dos participantes, ponderação das amostras, formulação de perguntas e tratamento das respostas.
Outro fator é o calendário. Uma pesquisa concluída em 20 de outubro pode captar um cenário ligeiramente diferente de outra encerrada no dia 21, especialmente durante a reta final de uma eleição presidencial.
Essas características ajudam a explicar divergências sem que seja necessário presumir fraude, manipulação ou má-fé.
Para compreender uma pesquisa, o leitor deve examinar a ficha técnica, não somente a manchete.
O que significa ter 6 pontos de vantagem?
Uma diferença de seis pontos percentuais significa que, dentro da distribuição estimada de votos válidos, Flávio aparece com seis pontos a mais do que Lula.
Isso não significa que seis em cada cem eleitores tenham mudado seu voto, nem que a vantagem esteja garantida no domingo.
Quando um candidato registra 53% e o adversário 47%, a distância é calculada pela subtração dos percentuais.
53 menos 47 resulta em seis pontos percentuais.
O cálculo é diferente de afirmar que um candidato possui seis por cento mais votos do que o adversário. Pontos percentuais medem uma diferença absoluta entre percentuais, enquanto uma variação relativa utiliza outra base de cálculo.
Margem de erro e empate técnico
A margem de erro informada pela Gerp é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em uma interpretação simplificada, isso coloca a estimativa de Flávio entre 51% e 55%, enquanto Lula aparece entre 45% e 49%.
Esses intervalos não se sobrepõem. Entretanto, uma análise estatística completa da diferença entre candidatos precisa considerar que os percentuais estão relacionados, e não representam variáveis totalmente independentes.
A Gerp informou que a vantagem observada ultrapassa o limite utilizado pelo instituto para classificar um empate técnico.
Já levantamentos como Quaest, Datafolha e BTG/Nexus apontam distâncias menores, compatíveis com seus respectivos critérios de empate estatístico.
Portanto, duas afirmações podem coexistir: a Gerp registra vantagem estatisticamente significativa para Flávio, enquanto outros institutos descrevem uma disputa tecnicamente empatada.
Uma pesquisa pode prever quem será eleito?
Uma pesquisa eleitoral estima a distribuição de intenções de voto em determinado período. Ela não é uma previsão determinística do resultado da votação.
O resultado efetivo depende dos eleitores que comparecerem às urnas, da distribuição dos votos válidos e de eventuais mudanças de preferência até o encerramento da votação.
O levantamento deve ser interpretado como uma medição sujeita a incertezas estatísticas e metodológicas.

A disputa pelos eleitores ainda indecisos
Um dos elementos centrais do segundo turno é o comportamento das pessoas que ainda não consolidaram sua escolha.
Na Gerp, 8% dos entrevistados não souberam mencionar um candidato na pesquisa espontânea.
Na Quaest, a proporção de indecisos na pergunta espontânea chegou a 14% em 21 de outubro, ante um percentual inferior registrado na rodada anterior.
Esses dados não devem ser somados nem diretamente comparados como se medissem o mesmo grupo. Eles vieram de institutos diferentes e de perguntas com características próprias.
A pesquisa espontânea mostra a lembrança ou preferência declarada sem apresentação dos candidatos. Já a estimulada oferece as opções de voto.
Um eleitor pode não mencionar espontaneamente um candidato e, ainda assim, escolher um nome quando recebe uma lista.
O peso da rejeição
A rejeição eleitoral também merece atenção porque mostra a resistência do eleitorado a cada candidatura.
Na Quaest divulgada nesta quarta-feira, 52% dos entrevistados afirmaram rejeitar Flávio Bolsonaro, enquanto 47% rejeitaram Lula.
Os números apresentaram redução em relação à rodada anterior: Flávio passou de 54% para 52%, enquanto Lula saiu de 53% para 47%.
A queda na rejeição de Lula foi numericamente maior, embora o presidente ainda apareça ligeiramente atrás na intenção de voto estimulada.
Isso demonstra que intenção de voto e rejeição são indicadores diferentes.
Um candidato pode liderar numericamente e, simultaneamente, apresentar rejeição elevada. Do mesmo modo, uma redução na rejeição não se transforma automaticamente em aumento de intenções de voto.
No segundo turno, essas variáveis precisam ser analisadas em conjunto.
O primeiro turno ainda influencia a eleição?
Sim. Os resultados de 4 de outubro constituem um ponto de partida concreto para avaliar a evolução da disputa.
Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos. Lula recebeu 45,16%.
A distância real entre eles foi inferior a dois pontos percentuais.
A partir daquele momento, os dois candidatos passaram a disputar o eleitorado que havia escolhido outros nomes, além de tentar mobilizar seus próprios apoiadores.
A disputa desse grupo pode alterar o resultado mesmo que a maior parte dos eleitores permaneça fiel à escolha inicial.
A vantagem de Flávio no primeiro turno também não assegura vitória no segundo. A nova votação representa uma escolha distinta, com apenas duas candidaturas.
O que pode mudar até a votação de 25 de outubro?
O segundo turno de 2026 está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
Com poucos dias restantes de campanha, qualquer mudança precisa ser interpretada dentro de um intervalo temporal reduzido.
Isso não torna os números imutáveis. A mobilização dos eleitores, o comparecimento às urnas e as preferências dos indecisos continuam sendo fatores relevantes.
Um dos principais eventos previstos para a reta final é o debate entre os candidatos na TV Globo, programado para 23 de outubro.
Debates e entrevistas ainda podem influenciar?
Debates eleitorais apresentam propostas, argumentos e respostas dos candidatos em um ambiente de confronto direto.
Seu impacto, porém, não é automático. A reação do público depende de fatores como audiência, expectativas anteriores, repercussão das declarações e cobertura posterior.
Uma participação considerada positiva por determinados grupos pode não produzir o mesmo efeito sobre outros.
Por isso, não seria tecnicamente correto atribuir uma eventual mudança nas pesquisas a um debate específico sem evidências que sustentem essa relação.
A proximidade do pleito amplia a atenção sobre os últimos acontecimentos, mas a dimensão efetiva de sua influência só pode ser examinada mediante dados.
Comparecimento às urnas e votos válidos
Outro aspecto importante é a diferença entre intenção de voto declarada e comparecimento efetivo.
A pesquisa entrevista pessoas que representam o eleitorado, mas o resultado oficial depende de quem efetivamente vota.
Na apuração presidencial, votos brancos e nulos são excluídos do cálculo dos votos válidos.
Assim, um candidato vence quando obtém mais da metade dos votos válidos, não necessariamente mais da metade de todos os eleitores cadastrados.
A distribuição territorial do eleitorado e as taxas de comparecimento também podem afetar o resultado agregado.
Uma vantagem nacional relativamente pequena pode ser influenciada por alterações na participação de diferentes regiões e segmentos sociais.
Como interpretar as pesquisas sem cair em desinformação
A circulação rápida de manchetes nas redes sociais cria um desafio: números corretos podem gerar interpretações equivocadas quando perdem o contexto.
A informação de que Flávio Bolsonaro aparece com 53% dos votos válidos na Gerp é verificável. Porém, apresentar esse percentual como resultado definitivo da eleição seria incorreto.
O mesmo vale para a afirmação de que todas as pesquisas registram uma vantagem de seis pontos. Os levantamentos publicados nesta semana mostram diferenças consideráveis.
Cinco critérios para verificar uma pesquisa eleitoral
1. Identifique o instituto. Verifique quem realizou o levantamento e quem financiou sua execução.
2. Confira a data da coleta. A publicação pode ocorrer depois da realização das entrevistas.
3. Observe a base dos percentuais. Votos totais e votos válidos não são a mesma coisa.
4. Leia a metodologia. Margem de erro, amostragem e nível de confiança são informações essenciais.
5. Consulte o registro. O sistema de divulgação de pesquisas da Justiça Eleitoral permite verificar os dados declarados do levantamento.
O Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza informações sobre pesquisas registradas e as regras aplicáveis à divulgação desses levantamentos.
O registro, entretanto, não significa que o TSE tenha certificado a precisão dos resultados ou aprovado uma determinada projeção eleitoral.
O risco de transformar pesquisa em torcida
Existe uma diferença entre informar que determinado candidato lidera uma pesquisa e afirmar que sua vitória está assegurada.
A primeira declaração descreve uma medição. A segunda transforma uma estimativa em certeza.
Também é inadequado descartar automaticamente um levantamento porque ele apresenta um resultado diferente de outras pesquisas.
O caminho mais consistente é observar o conjunto das evidências, com atenção especial às diferenças metodológicas.
Em disputas apertadas, diferenças aparentemente pequenas podem produzir manchetes muito distintas sem necessariamente indicar uma transformação profunda na preferência dos eleitores.
Leia também: Urgente: 3ª pesquisa traz dados péssimos para Lula hoje
Vantagem de 6 pontos acende alerta na disputa
A pesquisa Gerp de 21 de outubro de 2026 apresenta uma vantagem expressiva de Flávio Bolsonaro sobre Lula: 53% a 47% nos votos válidos, diferença de seis pontos percentuais.
O histórico do instituto no primeiro turno oferece um elemento adicional para analisar seus resultados, mas não garante que a estimativa atual se repetirá nas urnas.
Outros levantamentos publicados nesta semana também colocam Flávio numericamente à frente, embora indiquem uma diferença menor e um cenário de empate técnico.
O retrato mais responsável da disputa é, portanto, o de uma eleição ainda competitiva, com indicadores distintos sobre a extensão da vantagem do candidato do PL.
No domingo, 25 de outubro, serão os votos efetivamente registrados nas urnas — e não as pesquisas — que definirão o próximo presidente da República.
Leia também: 2º Turno: Flávio 51% x Lula 49% e o Que Pode Virar o Jogo
Aviso Importante
Este conteúdo jornalístico apresenta dados de pesquisas eleitorais disponíveis até 21 de outubro de 2026. Pesquisas expressam estimativas de intenção de voto, não resultados oficiais nem garantias de desempenho eleitoral. Os levantamentos citados possuem metodologias e margens de erro próprias.
Flávio abre 6 pontos sobre Lula! Será que essa vantagem se confirma nas urnas? Comente sua opinião!
Fontes:
Diário do Poder (referência fornecida), Poder360, Gazeta do Povo, UOL, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Tribunal Superior Eleitoral.
Da Redação
Perguntas frequentes sobre a pesquisa Gerp
Quem está na frente na pesquisa Gerp de outubro de 2026?
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos, enquanto Lula (PT) registra 47%. A diferença é de seis pontos percentuais no levantamento divulgado em 21 de outubro de 2026.
Qual é a margem de erro da pesquisa Gerp?
A margem de erro informada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento ouviu 2.400 eleitores entre 19 e 21 de outubro de 2026.
A pesquisa Gerp está registrada no TSE?
Sim. A pesquisa divulgada em 21 de outubro está registrada sob o número BR-03835/2026. O registro permite consultar informações metodológicas declaradas pelo instituto, mas não representa uma homologação dos resultados pelo TSE.
A Gerp acertou o resultado do primeiro turno?
A pesquisa anterior à votação apontava Flávio com 46% dos votos válidos e Lula com 44%. O resultado oficial foi de 47,03% para Flávio e 45,16% para Lula, demonstrando proximidade entre as estimativas e a apuração.
Todas as pesquisas mostram Flávio seis pontos à frente?
Não. A Gerp apresenta uma diferença de seis pontos, mas outros institutos divulgados em outubro mostram vantagem numérica inferior. A Quaest, por exemplo, registrou uma diferença de aproximadamente 1,12 ponto percentual nos votos válidos em 21 de outubro.
Quando será o segundo turno das eleições de 2026?
O segundo turno presidencial do Brasil está marcado para domingo, 25 de outubro de 2026. Flávio Bolsonaro e Lula disputam a Presidência da República.
Se Flávio tem 53% dos votos válidos na pesquisa, já venceu?
Não. O percentual é uma estimativa de intenção de voto obtida em pesquisa amostral. A eleição será decidida pela contagem oficial dos votos válidos registrados nas urnas em 25 de outubro.
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