100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições

Piloto genérico comemora ao lado de carro de turismo em autódromo, com manchete sobre a sétima vitória de Rodrigo Stefanini nas 100 Milhas após punições.
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100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições. Piloto de Capivari saiu do terceiro lugar ao topo após decisão da direção de prova.

Rodrigo Stefanini venceu a 37ª edição das 100 Milhas de Piracicaba após os dois carros que cruzaram a linha de chegada à sua frente serem desclassificados. Segundo a direção de prova, as equipes não respeitaram o tempo mínimo da parada obrigatória nos boxes. Com a decisão, o piloto de Capivari chegou à sétima conquista na categoria Turismo.

A bandeirada encerrou a disputa das 100 Milhas na pista, mas não definiu imediatamente o vencedor. Realizada no domingo, 23 de agosto de 2026, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), a 37ª edição das 100 Milhas de Piracicaba teve o resultado alterado depois da análise técnica da direção de prova.

Rodrigo Stefanini, que competiu com um Peugeot na categoria Marcas e Pilotos, havia terminado em terceiro. O resultado já representava presença no pódio em uma das provas mais tradicionais do automobilismo regional. Pouco depois, porém, a desclassificação dos dois primeiros colocados colocou o piloto de Capivari no lugar mais alto.

A reviravolta foi provocada pelo descumprimento do tempo mínimo estabelecido para a parada obrigatória nos boxes. A informação foi confirmada pela Federação de Automobilismo de São Paulo, que publicou também a classificação das categorias realizadas durante o fim de semana.

Mais de 85 pilotos participaram da programação, que reuniu Turismo 1.6, Turismo 1.4, Tubular, Fórmula 1600, Fórmula Vee, Fórmula Evo, Fórmula Inter e Fusca. Além da competição, a edição adotou ingresso solidário e arrecadou alimentos destinados ao Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba.

Como Rodrigo Stefanini venceu as 100 Milhas

A vitória de Rodrigo Stefanini nas 100 Milhas não veio por uma ultrapassagem tardia ou por uma quebra do líder. Ela foi definida pelo cumprimento do regulamento, elemento tão decisivo em provas de endurance quanto velocidade, estratégia e resistência mecânica.

Na pista das 100 Milhas, Stefanini recebeu a bandeirada na terceira posição. Após a chegada, a direção de prova analisou as paradas obrigatórias e constatou que os dois primeiros colocados não permaneceram nos boxes pelo tempo mínimo previsto. As duas desclassificações fizeram o piloto subir duas posições e assumir a vitória na Turismo 1.6.

Resposta direta: Rodrigo Stefanini venceu as 100 Milhas porque os dois primeiros colocados foram desclassificados por não cumprirem o tempo mínimo da parada obrigatória nos boxes. Ele havia terminado em terceiro e foi promovido ao primeiro lugar depois da decisão da direção de prova.

O episódio mostra uma característica central das 100 Milhas e de outras corridas de longa duração: o resultado depende da soma entre desempenho na pista e execução correta dos procedimentos. Uma parada alguns segundos abaixo do limite regulamentar pode produzir vantagem competitiva e, por isso, está sujeita a punição.

A publicação da FASP não informa qual era o tempo exato exigido para a parada nem identifica, no texto da notícia, os dois carros desclassificados. Por transparência, esses detalhes não devem ser presumidos. O fato confirmado é que ambos descumpriram o tempo mínimo e foram retirados da classificação final.

Stefanini afirmou que terminar em terceiro já seria um bom resultado diante do nível de disputa. Para o piloto, ser declarado vencedor após a análise tornou a conquista ainda mais especial, sobretudo pelo peso histórico das 100 Milhas de Piracicaba.

100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições
100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições

A 7ª conquista de Stefanini nas 100 Milhas

O triunfo de 2026 levou Rodrigo Stefanini a sete vitórias nas 100 Milhas de Piracicaba, considerando suas conquistas na categoria Turismo. O número não representa um sucesso isolado: ele revela uma trajetória construída em diferentes temporadas, com parceiros distintos e também em participação individual.

O histórico publicado pelo ECPA registra Stefanini entre os vencedores do Turismo em 2010, 2011, 2014, 2016, 2017 e 2018. Com a vitória de 2026, o piloto chegou à sétima conquista na categoria.

AnoFormação vencedora no Turismo
2010Felipe Giannetti e Rodrigo Stefanini
2011Felipe Giannetti e Rodrigo Stefanini
2014Felipe Giannetti e Rodrigo Stefanini
2016Felipe Giannetti e Rodrigo Stefanini
2017Rodrigo Stefanini e Rodrigo Huidobro
2018Rodrigo Stefanini
2026Rodrigo Stefanini

A sequência ajuda a dimensionar a regularidade do piloto de Capivari. Entre a primeira vitória, em 2010, e a mais recente, em 2026, há um intervalo de 16 anos. Nesse período, a prova manteve o caráter de endurance e continuou exigindo preparo do carro, leitura de corrida e disciplina operacional.

Vencer sete vezes também aproxima o nome de Stefanini da própria memória esportiva do evento. As 100 Milhas de Piracicaba reúnem pilotos locais e competidores de outras cidades, mas valorizam especialmente aqueles que conseguem repetir bons resultados em um circuito curto, sinuoso e sujeito a mudanças frequentes de ritmo.

O ECPA informa que a prova é disputada tradicionalmente em agosto e integra as celebrações do aniversário de Piracicaba. A competição passou a ocorrer de forma contínua no autódromo a partir de 1990, um ano depois da inauguração do clube.

100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições
100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições

Por que a parada nos boxes decidiu a prova

Em uma corrida de endurance como as 100 Milhas, a parada obrigatória não é um intervalo burocrático. Ela faz parte da disputa. A equipe precisa entrar no momento correto, seguir o limite de velocidade da área, cumprir o procedimento determinado e retornar à pista sem perder mais tempo do que o necessário.

Quando o regulamento estabelece permanência mínima nos boxes, todos os competidores devem operar dentro da mesma janela. Sair antes pode representar ganho direto sobre quem cumpriu a regra. Por isso, a direção de prova trata o controle de tempo como parte objetiva da classificação.

O que é uma parada obrigatória? É a entrada nos boxes exigida pelo regulamento durante a corrida. Dependendo da prova, ela pode prever duração mínima, troca de piloto, manutenção, reabastecimento autorizado ou apenas a passagem controlada pela área.

Nas 100 Milhas, a punição aplicada aos dois primeiros colocados alterou o pódio. Não se tratou de uma revisão subjetiva sobre estilo de pilotagem, mas de uma verificação mensurável: o tempo mínimo não foi cumprido, segundo a direção de prova.

Esse tipo de decisão também explica por que equipes acompanham cronômetros, rádio e sinalização com tanto rigor. Um carro pode ser veloz por dezenas de voltas e, ainda assim, perder o resultado por um erro operacional. Nas 100 Milhas de 2026, a regularidade de Stefanini e o cumprimento do procedimento preservaram sua classificação e abriram o caminho para a vitória.

Para o público das 100 Milhas, a mudança após a bandeirada pode causar surpresa. No automobilismo, no entanto, a classificação só se consolida depois das verificações previstas. Vistorias técnicas, pesagem, análise de incidentes e conferência de procedimentos podem confirmar ou modificar o resultado observado na pista.

100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições
100 Milhas: 7ª vitória de Stefanini após punições

100 Milhas reuniram mais de 85 pilotos no ECPA

A 37ª edição das 100 Milhas de Piracicaba não se limitou à prova principal. A programação ocupou três dias, de 21 a 23 de agosto, com treinos livres, vistorias, tomadas de tempo e corridas de diferentes categorias.

Segundo o calendário oficial da Prefeitura de Piracicaba, a sexta-feira foi dedicada aos treinos. No sábado, o público acompanhou classificações e as primeiras baterias de Fórmula Vee, Fusca e Fórmula Evo. O domingo concentrou as provas finais, a disputa de 50 Milhas da Fórmula 1600 e a largada principal das 100 Milhas, marcada para as 15h.

Mais de 85 pilotos inscritos passaram pelo ECPA durante o fim de semana das 100 Milhas. A diversidade do grid permitiu que o público acompanhasse carros de turismo, gaiolas tubulares, Fuscas e monopostos no mesmo evento.

CategoriaVencedor ou dupla vencedora
Turismo 1.6Rodrigo Stefanini
Turismo 1.4Diego Rodrigues e Samuel Damin
TubularDito e Felipe Giannetti
Fórmula 1600 – 50 MilhasJoão Victor e Levi Simões
Fusca – 1ª e 2ª provasArthur Fischer
Fórmula Evo – 1ª e 2ª provasLuiz Felipe Silva
Fórmula Inter – 1ª provaDaniel Mageste Ferreira
Fórmula Inter – 2ª provaSamuel Damin
Fórmula Vee – 1ª e 2ª provasLevi Simões

A organizadora Danny Giannetti destacou justamente a presença das várias categorias e o volume de participantes. Para ela, o número superior a 85 inscritos demonstra a força da competição e a posição conquistada pelas 100 Milhas no automobilismo regional.

Benedito Giannetti também participou da programação com sua tradicional gaiola tubular. O piloto ressaltou que o veículo oferece uma experiência diferente e exige bastante de quem está ao volante. Segundo ele, o encontro entre gerações, estilos de carros e apaixonados por velocidade é parte da identidade do evento.

Resultado completo da 37ª edição

A classificação das 100 Milhas publicada pela FASP reúne a prova principal e as baterias preliminares. Na Turismo 1.4, a relação oficial da Federação apresenta Diego Rodrigues e Samuel Damin em primeiro, seguidos por Igor e Thiago. Essa informação prevalece sobre versões divergentes distribuídas anteriormente.

Turismo 1.6

  1. Rodrigo Stefanini
  2. Frederico e Rafael
  3. Leandro e Rodolfo
  4. Eder Roberto e Lamartine Pinotti
  5. Rodrigo e Alan

Turismo 1.4

  1. Diego Rodrigues e Samuel Damin
  2. Igor e Thiago

Tubular

  1. Dito e Felipe Giannetti

Fórmula 1600 – 50 Milhas de Piracicaba

  1. João Victor e Levi Simões
  2. Eduardo O. e Paulo Pigosse
  3. Marcel Fachini e Breno Fachini
  4. Allam Khodair e Allam Khodair Filho
  5. Vinicius Henrique e Guilherme Possa

A prova de 50 Milhas ampliou o espaço dos monopostos dentro da programação das 100 Milhas de Piracicaba. Realizada na manhã de domingo, ela funcionou como uma das atrações que antecederam a largada principal das 100 Milhas.

Fusca – 1ª prova

  1. Arthur Fischer
  2. Rogério Gaspar de Souza
  3. Caio Gomes
  4. Estevam Manhani Netto
  5. Felipe Carvalho Martins

Fusca – 2ª prova

  1. Arthur Fischer
  2. Rogério Gaspar de Souza
  3. Estevam Manhani Netto
  4. Caio Gomes
  5. Roberto S. Pinheiro

Arthur Fischer venceu as duas baterias de Fusca, enquanto Rogério Gaspar de Souza terminou ambas em segundo. A disputa pelas posições seguintes mudou entre as duas provas, com Estevam Manhani Netto avançando do quarto para o terceiro lugar.

Fórmula Evo – 1ª prova

  1. Luiz Felipe Silva
  2. André I. Suenaga
  3. Saulo Soares de Souza
  4. Valdemiro A. Oliveira
  5. Everaldo Tozzi

Fórmula Evo – 2ª prova

  1. Luiz Felipe Silva
  2. André I. Suenaga
  3. Lelio de A. Neto
  4. Saulo Soares de Souza
  5. Andre Colen

Luiz Felipe Silva e André I. Suenaga repetiram, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares nas duas baterias. O resultado reforçou a consistência dos dois pilotos ao longo da programação das 100 Milhas de Piracicaba.

Fórmula Inter – 1ª prova

  1. Daniel Mageste Ferreira
  2. André Luis Rodrigues
  3. Samuel Damin

Fórmula Inter – 2ª prova

  1. Samuel Damin
  2. Daniel Mageste Ferreira
  3. André Luis Rodrigues

Na Fórmula Inter, Daniel Mageste Ferreira venceu a primeira bateria. Samuel Damin, que havia terminado em terceiro, reagiu e conquistou a segunda prova.

Fórmula Vee – 1ª prova

  1. Levi Simões
  2. David D’Amico
  3. Adilson Prado
  4. Guilherme Putnoki
  5. Marcelo Medici

Fórmula Vee – 2ª prova

  1. Levi Simões
  2. David D’Amico
  3. Marcelo Medici
  4. Adilson Prado
  5. Guilherme Putnoki

Levi Simões venceu as duas provas da Fórmula Vee, sempre seguido por David D’Amico. O domínio nas baterias e a vitória compartilhada nas 50 Milhas da Fórmula 1600 colocaram Levi entre os principais destaques esportivos do fim de semana.

Tradição das 100 Milhas começou antes do ECPA

A história das 100 Milhas de Piracicaba antecede a construção do autódromo atual. O ECPA registra que a origem remonta aos anos 1960, quando uma corrida de kart foi realizada nas ruas da cidade com presenças como José Carlos Pace e Emerson Fittipaldi.

Houve uma edição em 1984, disputada em um antigo haras, vencida por Benedito e Francisco Giannetti. A sequência anual no ECPA começou em 1990, após a inauguração do clube em 1989. A partir daquele momento, a corrida se consolidou como atração tradicional do mês de aniversário de Piracicaba.

Em 2010, carros de turismo e gaiolas passaram a formar um grid único, embora separados por categorias na classificação. Esse formato visualmente marcante combina veículos com comportamentos diferentes, o que exige atenção redobrada nas ultrapassagens e no gerenciamento de tráfego.

O circuito do ECPA tem 2.100 metros. Em edições tradicionais, as 100 Milhas correspondem a 78 voltas e pouco mais de 160 quilômetros. A Prefeitura de Piracicaba descreve o traçado como sinuoso e marcado por trechos de alta e baixa velocidade, combinação que cobra técnica e concentração dos pilotos.

Em resumo: as 100 Milhas de Piracicaba são uma prova de longa duração realizada tradicionalmente em agosto no ECPA. O evento combina Turismo e Tubular no desafio principal e reúne categorias preliminares, preservando uma história ligada ao automobilismo da cidade desde os anos 1960.

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Ingresso solidário levou a competição além da pista

A edição de 2026 manteve um componente social. O ingresso para acompanhar a programação foi um quilo de alimento não perecível. A arrecadação foi destinada ao Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba para apoiar ações desenvolvidas no município.

O modelo transformou o acesso do público às 100 Milhas em colaboração direta. Em vez de cobrar uma entrada convencional, a organização vinculou a presença nas arquibancadas a uma doação, aproximando esporte e solidariedade.

As 100 Milhas tiveram realização do ECPA, apoio da Prefeitura de Piracicaba por meio da Secretaria de Esportes e patrocínio da AVT e da Ritec, empresa que comemora 60 anos de atividade. O estacionamento foi anunciado por R$ 30, enquanto o alimento funcionou como ingresso para o evento.

Essa combinação amplia o impacto da corrida. De um lado, mais de 85 pilotos movimentaram o autódromo e ofereceram três dias de programação. Do outro, o público ajudou a formar uma arrecadação voltada a famílias atendidas pelas ações sociais do município.

Para as 100 Milhas de Piracicaba, a capacidade de unir memória esportiva, participação de diferentes categorias e responsabilidade social é um ativo importante. Ela preserva a paixão pelo automobilismo sem limitar o evento ao resultado da pista.

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100 Milhas terminam com reviravolta e legado reforçado

A 37ª edição das 100 Milhas de Piracicaba terminou com uma lembrança clara: em provas de endurance, o regulamento corre junto com o carro. Rodrigo Stefanini recebeu a bandeirada em terceiro, cumpriu os procedimentos e foi declarado vencedor depois que os dois primeiros colocados foram desclassificados.

A conquista elevou o piloto de Capivari à marca de sete vitórias no Turismo, distribuídas ao longo de 16 anos. Ao mesmo tempo, a programação reuniu mais de 85 pilotos, oito frentes competitivas e uma ação solidária em benefício do Fundo Social de Solidariedade.

Entre a reviravolta do pódio, as vitórias repetidas nas categorias preliminares e a presença de diferentes gerações, as 100 Milhas de Piracicaba reafirmaram seu lugar no calendário esportivo da cidade. Compartilhe a matéria com quem acompanha automobilismo e deixe sua opinião: a conferência do regulamento após a bandeirada torna a disputa ainda mais interessante?


A bandeirada encerra a corrida, mas o regulamento confirma o campeão. Você concorda com a decisão que deu a vitória a Rodrigo Stefanini? Comente e compartilhe com quem acompanha o automobilismo regional.

Fontes:

  • Federação de Automobilismo de São Paulo
  • Prefeitura de Piracicaba
  • Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo
  • Gazeta de Piracicaba
  • Engenho da Notícia

Da Redação.


Perguntas frequentes sobre as 100 Milhas

Quem venceu as 100 Milhas de Piracicaba em 2026?

Rodrigo Stefanini venceu a 37ª edição das 100 Milhas de Piracicaba, disputada em 23 de agosto de 2026 no ECPA. Ele terminou inicialmente em terceiro, mas foi promovido ao primeiro lugar após a desclassificação dos dois competidores que chegaram à sua frente.

Por que os dois primeiros colocados foram desclassificados?

Segundo a direção de prova, os dois primeiros colocados não cumpriram o tempo mínimo previsto para a parada obrigatória nos boxes. A punição retirou ambos da classificação e deu a vitória a Rodrigo Stefanini.

Quantas vezes Rodrigo Stefanini venceu as 100 Milhas?

Rodrigo Stefanini soma sete vitórias na categoria Turismo das 100 Milhas de Piracicaba. Ele aparece no histórico de vencedores em 2010, 2011, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2026.

Onde são realizadas as 100 Milhas de Piracicaba?

A prova é realizada no ECPA, o Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo. O autódromo fica na Rodovia SP-135, km 13,5, em Piracicaba, no interior de São Paulo.

Quantos pilotos participaram da edição de 2026?

Mais de 85 pilotos foram inscritos na programação da 37ª edição. O evento reuniu Turismo, Tubular, Fórmula 1600, Fórmula Vee, Fórmula Evo, Fórmula Inter e Fusca.

Qual foi a ação social das 100 Milhas em 2026?

O público entrou mediante a doação de um quilo de alimento não perecível. Os itens arrecadados foram destinados ao Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba.

Quem venceu as 50 Milhas da Fórmula 1600?

João Victor e Levi Simões venceram a prova de 50 Milhas da Fórmula 1600, realizada na manhã de domingo antes da disputa principal. Eduardo O. e Paulo Pigosse terminaram em segundo lugar.

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