Luiz C. Rossi conta no PODEMFOCO como recomeçou aos 40 e construiu autoridade em Americana.
Luiz C. Rossi, diretor comercial da Rossi Assessoria & Serviços Especialista em Proteção Veicular regional autorizada Protege+ em Americana, será entrevistado ao vivo por Ronaldo dos Reis nesta quinta-feira, 21 de maio, às 19h.
Nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026, às 19h, o podcast PODEMFOCO, comandado pelo jornalista Ronaldo dos Reis, recebe uma história que mistura recomeço, vendas, família, coragem e um mercado que está no centro das atenções no Brasil: a proteção veicular.
O entrevistado será Luiz Carlos Donizeti Rossi, conhecido comercialmente como Luiz Rossi, diretor comercial da Rossi Assessoria & Serviços, regional autorizada Protege+ em Americana, localizada na Rua das Orquídeas, 296, no bairro Cidade Jardim.
A conversa promete ir além da venda de proteção veicular. A trajetória de Luiz Rossi carrega um elemento que chama atenção: ele saiu de uma carreira consolidada, recomeçou do zero, enfrentou rejeições, passou por diferentes setores e encontrou na proteção veicular uma nova missão comercial.
E o timing da entrevista é estratégico. O setor passa por uma nova fase nacional depois da publicação das Resoluções CNSP nº 491 e nº 492, em 6 de maio de 2026, que regulamentam a proteção patrimonial mutualista e cooperativas de seguro no país, conforme informou a Susep.
De Tupi Paulista para Americana: a construção de uma vida
Natural de Tupi Paulista, Luiz Carlos Donizeti Rossi vive em Americana desde 1971. Casado há 30 anos com Bárbara Cristina de Melo Rossi, pai de três filhas e filho mais novo de uma família com nove irmãos, ele carrega uma história marcada por vínculos familiares fortes.
Um dos pontos mais emocionantes da biografia é a presença da mãe, dona Antonia Lavelli Rossi, hoje com 101 anos, descrita por Luiz como “firme e forte, graças a Deus”.
Atualmente morador do Jardim Glória, Luiz cresceu no bairro Cidade Jardim, justamente onde hoje está sua regional de atendimento. O que antes era território de infância virou base de trabalho, relacionamento e expansão comercial.

Da Goodyear ao empreendedorismo: o primeiro grande salto
Aos 24 anos, Luiz saiu da Goodyear e decidiu empreender. Abriu sua primeira loja no setor de moda jovem. O negócio cresceu, chegou a ter duas lojas e uma confecção, e sustentou uma jornada de 16 anos de trabalho intenso.
Segundo ele, foram anos de “muita luta e sacrifícios para se manter”. Mas também foram anos de construção de reputação. Nesse período, Luiz desenvolveu relacionamentos profissionais importantes e chegou a atuar como diretor comercial da ACIA por cinco anos.
Essa passagem ajuda a explicar uma das marcas da sua trajetória: Luiz não se formou apenas como vendedor. Ele se formou como articulador comercial, alguém que aprendeu a lidar com gente, negociação, pressão e confiança.
Itália, cidadania e o recomeço aos 40
Em 2005, Luiz decidiu encerrar suas atividades no comércio. Em seguida, foi para a Itália, onde permaneceu por cerca de um ano para adquirir sua cidadania italiana.
Quando voltou ao Brasil, veio uma das fases mais difíceis e mais importantes da sua vida: o recomeço.
Aos 40 anos, Luiz voltou ao mercado sem se apoiar no passado. Trabalhou como consultor de vendas em diferentes áreas e também como gerente administrativo em uma empresa de destaque em Americana.
Foi nesse período que começou a surgir um novo interesse: o setor automotivo.
A entrevista que quase terminou em “não”
Um dos episódios mais fortes da história de Luiz aconteceu quando ele decidiu enviar currículo para uma grande empresa da rede Chevrolet que estava chegando a Americana.
No fim da entrevista, o diretor agradeceu e disse que a preferência da empresa era contratar profissionais com experiência no setor automotivo.
A resposta de Luiz foi direta: ele reconheceu que não tinha experiência, mas prometeu que, se recebesse uma chance, estaria sempre entre os primeiros vendedores — jamais entre os últimos.
Dois dias depois, o RH pediu a documentação para contratação.
O resultado? Luiz afirma que foi primeiro em vendas na unidade de Americana e, em vários momentos do ano, chegou a ocupar o primeiro lugar entre as 12 unidades do grupo.
Essa fase durou cerca de oito anos, passando por quatro grandes concessionárias da região.
O barzinho que não era sua praia — e a virada para a proteção veicular
Depois de anos no setor automotivo, Luiz decidiu mudar de rota e montou um barzinho. A experiência durou cerca de um ano.
Ele percebeu rapidamente: “não era minha praia”.
Em seguida, foi trabalhar na Embracon, com consórcios. Foi ali, no fim de 2017, durante as férias coletivas, que conheceu a proteção veicular.
Sem domínio inicial do setor, decidiu testar. Saiu oferecendo, medindo resultado e entendendo se havia mercado.
Deu certo.
No dia 2 de janeiro de 2018, no retorno das férias coletivas da Embracon, Luiz tomou uma decisão definitiva: levou sua carteira para dar baixa e passou a atuar na área de proteção veicular, onde permanece até hoje.
Proteção veicular ganha novo peso no Brasil
A entrevista também acontece em um momento de atenção nacional para o setor.
Em janeiro de 2025, a Lei Complementar nº 213 passou a tratar das operações de proteção patrimonial mutualista e abriu caminho para um novo marco regulatório. Em maio de 2026, a Susep informou a publicação das normas que regulamentam essa estrutura, trazendo mais parâmetros para o mercado.
Segundo a Susep, 2.217 associações concluíram o cadastramento dentro do prazo legal em 2025, em uma etapa considerada importante para transparência e supervisão do setor.
A própria Susep explica que as associações cadastradas passam por processo de regularização e que a condição de “regular” depende de etapas posteriores, incluindo contrato com administradora autorizada pela autarquia. A página oficial também informa que, no momento da consulta, ainda não havia administradora de operações de proteção patrimonial mutualista autorizada pela Susep, embora o processo de autorização tenha sido iniciado.
Esse ponto é essencial para o consumidor: proteção veicular e seguro tradicional não devem ser tratados como a mesma coisa. A proteção mutualista nasce de uma lógica associativa, de cooperação e rateio, enquanto o seguro privado tradicional opera sob outra estrutura jurídica e regulatória.
O que a Protege+ oferece ao associado
No site oficial da Protege+, a empresa apresenta atendimento de assistência 24h em todo o Brasil, com proposta voltada à segurança do motorista, da família e da empresa. A página também informa serviços como proteção contra roubo, furto e colisões, assistência 24h, carro reserva, hotelaria e rastreamento de veículos.
Entre os planos divulgados estão Bronze, Prata e Ouro, com itens como rastreador, proteção contra roubo/furto/colisão, cobertura contra fenômenos da natureza, assistência 24h, guincho, clube de descontos e coberturas de terceiros, variando conforme o plano contratado.
O site também informa a matriz da Protege+ na Avenida da Saudade, 245, Vila Cordenonsi, em Americana, além dos contatos oficiais (19) 3408-2600 e (19) 99743-2085.
Por que essa entrevista importa?
Porque a história de Luiz Rossi fala com três públicos ao mesmo tempo.
Fala com quem empreende e já precisou recomeçar.
Fala com quem vende e sabe que promessa sem entrega não sustenta reputação.
E fala com motoristas que querem entender melhor como funciona a proteção veicular em um momento de mudança no setor.
No PODEMFOCO, a expectativa é que Luiz fale sobre bastidores da carreira, desafios da proteção veicular, atendimento ao cliente, credibilidade, mercado local e os aprendizados de quem começou jovem no comércio, enfrentou altos e baixos e encontrou uma nova fase profissional depois dos 40.
Em um mercado que exige confiança, clareza e responsabilidade, a entrevista com Luiz Rossi promete mostrar que vender proteção veicular não é apenas oferecer um serviço. É construir relacionamento, orientar o cliente e sustentar reputação todos os dias.
Nesta quinta-feira, às 19h, o PODEMFOCO coloca no centro da conversa uma história de recomeço, visão comercial e presença regional.
Veja ao vivo aqui:
Você já precisou recomeçar do zero?
Assista à entrevista com Luiz C. Rossi no PODEMFOCO, participe ao vivo, envie sua pergunta e compartilhe essa história com quem acredita que uma nova fase pode começar depois de qualquer virada.
Da Redação.
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