Final teve empate, tensão e herói decisivo no Barbarense da 2ª Divisão
Gol fatal dá taça ao Planalto do Sol em final dramática do Barbarense
O futebol amador de Santa Bárbara d’Oeste teve final com cara de roteiro pronto: gol cedo, empate no segundo tempo, tensão nas arquibancadas e um camisa 9 aparecendo no momento exato para decidir.
No sábado, 20 de junho de 2026, o Planalto do Sol venceu o Javali/Unidos do Inocoop por 2 a 1 no Estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães, casa do União Barbarense, e levantou o troféu do Campeonato Barbarense de Futebol Amador — 2ª Divisão.
Mas a taça não veio em passeio. Veio no detalhe. Veio na insistência. Veio naquele tipo de jogo em que um lance muda tudo.
O gol que incendiou a final
A decisão começou com o Planalto do Sol mostrando que não tinha ido ao estádio para esperar o adversário jogar.
Logo aos 8 minutos do primeiro tempo, Ygor Marter Acioli abriu o placar e colocou o Planalto em vantagem. Era o tipo de gol que muda o clima da partida: de um lado, confiança; do outro, pressão imediata.

O Javali/Unidos do Inocoop, porém, não desmontou. Voltou para o segundo tempo disposto a transformar a final em um jogo nervoso.
E conseguiu.
O empate que recolocou fogo no jogo
No início da segunda etapa, Éder da Silva marcou para o Javali/Unidos do Inocoop e deixou tudo igual.
A partir dali, a final virou teste emocional.
O Planalto precisava provar que não sentiria o golpe. O Inocoop, embalado pelo empate, tentava empurrar a decisão para um cenário ainda mais imprevisível.
Foi nesse momento que apareceu o nome que entra para a história do título.
João Pedro Aguiar: o nome da taça
Com o jogo aberto e a final pendurada em detalhes, João Pedro Aguiar recolocou o Planalto do Sol na frente.
Foi o gol do título.
O gol que separou uma campanha forte de uma campanha campeã. O gol que fez o Planalto do Sol sair do estádio não apenas com uma vitória, mas com uma marca: campeão da 2ª Divisão do futebol amador barbarense.
A campanha não nasceu na final
A conquista do Planalto do Sol teve capítulos importantes antes da decisão.
Na semifinal, o time venceu o África por 3 a 1, com dois gols de Luiz Felipe Caetano Ruiz e outro de Maikon Douglas. O África descontou com Anderson Marcos Gonçalves.
Do outro lado da chave, o Javali/Unidos do Inocoop também chegou forte: venceu o Real Brasília por 3 a 1, com gols de Heitor Saldanha Gonçalves, duas vezes, e Guilherme da Rosa Cazati.
Ou seja: os dois finalistas chegaram à decisão depois de vitórias convincentes. A final prometia equilíbrio — e entregou.
Os nomes do título
A equipe campeã teve como treinador Odair Gonçalez e como auxiliar Felipe Ansemo Viciano.

O elenco campeão contou com:
Adiel Carlos Moreira dos Santos; Adilson Alves dos Santos Filho; Adrean Alexandre Alves; Bruno dos Santos da Silva; Daniel de Jesus Ricio; Diego Goncalvez Tavares; Gabriel Pinha; Jair Augusto Munhoz Barboza; João Pedro Aguiar; Jonatas Alexandre Viciano; Kauê de Meirelles; Luiz Felipe Caetano Ruiz; Maikon Douglas; Marcelo Nunes de Oliveira Junior; Mateus William Caspani; Olivio Mateus Olimpio da Silva; Pedro Henrique; Rian Pablo Lima Soares; Vinicius Kelvin Nunes Monteiro; Vitor Hugo Vargas da Silva; e Ygor Marter Acioli.
Artilheiro, defesa e acesso: os outros destaques
A competição também premiou nomes importantes.
O artilheiro foi Felipe Borges Santana, do África, com sete gols.
O prêmio de goleiro menos vazado ficou dividido entre Cesar Augusto e Roberth, ambos do Javali/Unidos do Inocoop.
Além da taça, a competição também mexeu com o futuro do futebol amador da cidade. Planalto do Sol, Javali/Unidos do Inocoop, Real Brasília, África, Lunáticos FC e Migué FC aparecem entre os clubes que garantiram acesso à 1ª Divisão de 2027.
Por que essa final mexe com a cidade?
Porque o futebol amador não é só resultado.
É bairro. É família na arquibancada. É camisa carregando história. É jogador que trabalha a semana inteira e, no fim de semana, entra em campo como se estivesse disputando uma final de Copa.
E para o Planalto do Sol, a final contra o Javali/Unidos do Inocoop agora tem um lugar especial nessa memória.
O placar foi 2 a 1.
Mas, para quem vive o futebol amador de Santa Bárbara, a história foi maior que o placar.
O lance que fica
Toda final tem um momento que gruda na cabeça do torcedor.
Nesta, o roteiro foi claro: Ygor abriu o caminho, Éder colocou drama na decisão e João Pedro Aguiar assinou o capítulo final.
O Planalto do Sol é campeão.
E o futebol amador barbarense ganhou mais uma história para ser contada por muito tempo.
Você estava no estádio ou acompanhou essa final?
Comente qual foi o grande nome do título e marque aquele amigo que vive o futebol amador de Santa Bárbara d’Oeste.
A pergunta é direta: o Planalto do Sol chega forte para incomodar na 1ª Divisão?
Fonte: Governo de Santa Bárbara d’Oeste.
Da Redação.
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