Bolsonaro deixa hospital após traumatismo leve e volta a PF

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Após queda na prisão, ex-presidente faz exames que confirmam traumatismo craniano leve e volta à custódia da Polícia Federal.

BRASÍLIA — O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de 70 anos, deixou nesta quarta-feira (7) o Hospital DF Star, em Brasília, após realizar exames médicos motivados por uma queda dentro da cela onde cumpre pena, e retornou à custódia da Polícia Federal (PF).

O transporte foi autorizado após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que atendeu a um pedido da defesa para a realização de exames específicos, incluindo tomografia computadorizada, ressonância magnética e eletroencefalograma.

Queda e atendimento imediato

O episódio começou na madrugada de terça-feira (6), quando Bolsonaro caiu em sua cela na Superintendência da PF, em Brasília, atingindo a cabeça em um móvel. Segundo relatos médicos, ele relatou tonturas e outros sintomas antes do transporte ao hospital.

Resultados dos exames

Os exames realizados no hospital confirmaram um traumatismo craniano leve, caracterizado por pequena densificação de partes moles nas regiões frontal e temporal do crânio, sem necessidade de intervenção cirúrgica ou terapêutica urgente.

Os médicos oficiais descartaram a existência de lesão intracraniana grave ou crise convulsiva, e o quadro foi considerado estável no momento.

Situação clínica e acompanhamento

Embora o traumatismo tenha sido classificado como leve, especialistas ressaltaram que Bolsonaro continuará sob monitoramento contínuo, especialmente devido ao uso de diversos medicamentos e relatos de episódios de desequilíbrio e oscilação de memória.

A equipe médica recomenda atenção contínua, mas não indicou, por enquanto, necessidade de exames adicionais imediatos.

Decisão judicial e retorno à prisão

Após os exames, Bolsonaro foi liberado do hospital e retornou à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.

A defesa havia solicitado, junto ao STF, que o ex-mandatário cumprisse prisão domiciliar por motivos humanitários, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, que manteve a determinação de retorno à custódia após a alta médica.

Contexto político e reações

O episódio reacende debates sobre saúde e as condições de custódia de Bolsonaro, com aliados e familiares levantando preocupações nas redes sociais sobre acompanhamento médico e segurança.

Até o momento, autoridades da PF e a equipe do Hospital DF Star não divulgaram números detalhados além das confirmações médicas básicas.


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Fontes: Terra, Noticias R7, Exame e O Tempo.

Da Redação.

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